A intencidade da paixão
Quantos de nós não se
apaixonaram de forma avassaladora ao menos uma vez?
Como é aos nossos
olhos totalmente deslumbrante o ser amado!
Ao ouvir a voz de quem
se ama o coração dispara, entramos em um estado de riso incontido e
felicidade evidente.
Podemos passar horas a
fio em companhia da pessoa amada sem trocar uma palavra e ainda assim
sair plenamente realizados. E quem disse que palavras fazem sentido
quando se está tomado por tal amor.
Neste amor de
descoberta nossos sentidos estão aguçados ao ponto de ter
conhecimento até das passadas da pessoa amada.
Um amor assim quer
saber a cada instante mais a respeito de que se ama, sabe-se da cova
nas bochechas quando o outro sorri, o tamanho do calçado, a comida
favorita, somos P.h.d's no conhecimento do outro, o interesse não
está em si mas no outro.
Infelizmente o tempo
passa e acostumamo-nos com a presença da pessoa amada, deixamos de
prestar atenção no ser amado e por conseguinte esquecemo-nos das
qualidades que tanto admiramos, e, tristemente, não devotamos a
pessoa amada a mesma apreciação de outrora.
Como retornar aquele
primeiro estado? Como ter novamente aquele sentimento consumidor
queimando em si? A resposta é simples! Apenas temos que nos dispor
novamente a vislumbra o ser amado, a ver que aquilo que mais
apreciamos permanece ali, que apenas esta recoberto por uma fina
película do tempo e da desatenção.
Onde de fato quero
chegar observando tais fatos é que nosso relacionamento com JESUS
talvez esteja seguindo pelo mesmo caminho. Não o olhamos mais, não
o admiramos e veneramos. Por não nos relacionarmos mais com ELE
esquecemo-nos o quanto é fiel, como nos ama e tem sido bom para
conosco. Esquecemos-nos que tudo o que JESUS tem nos feito é com o
maravilhoso fim de conduzir-nos a um relacionamento com ELE.
Portanto voltemos a
adorar e vislumbrar quão doce ELE é!
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